<body oncontextmenu="return false" ondragstart="return false" onselectstart="return false"><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener("load", function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=6593532&amp;blogName=Miss+American+Pie&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_BLOGSPOT&amp;navbarType=SILVER&amp;layoutType=CLASSIC&amp;homepageUrl=http%3A%2F%2Fshejulis.blogspot.com%2F&amp;blogLocale=pt_BR&amp;searchRoot=http%3A%2F%2Fshejulis.blogspot.com%2Fsearch" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div></div>
Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

MÚSICA DO DIA: AFRICA - TOTO

Clique no para ouvir.

A Chegada da Calopsita!

Ontem no feriado fomos almoçar na casa dos meus pais. Meus pais moram no 11º andar de um prédio que fica em um bairro muito tranqüilo aqui em São Caetano e embora seja um lugar abarrotado de prédios por todos os lados, eles têm uma vista privilegiada, tanto da sala quanto dos quartos e que dá para ver um horizonte beeeem longe! Quando foi à tarde, logo depois do almoço, o garoto do andar de baixo interfonou lá e perguntou se minha mãe havia perdido uma Calopsita.

G-Zus! A saga começou aí.

Minha mãe disse que não e ele explicou que há algumas horas atrás apareceu uma na sacada dele e que estava empoleirada na redinha de proteção para crianças há um tempão. Fui até a sacada da sala e de lá eu conseguia ver a calopsita perdida e assustada no andar de baixo. Eu assoviava e ela respondia, fui com a sua cara de imediato e por conta disso me senti na obrigação de fazer alguma coisa por ela. Interfonei de volta para o menino e perguntei (já achando estranho) se ele não ia tirar o passarinho dalí... E como eu já esperava, ele disse que não. Perguntei o motivo e ele explicou lamentando que a mãe dele não havia deixado e que não era pra ele nem encostar lá. Pensei: "Que tipo pedra é o coração da vaca da sua mãe??" Mas, tudo que fiz foi perguntar se então eu podia ir lá pegar e ele disse que sim! Desci com o Rick e voltamos com uma Calopsita linda, extremamente assustada, mas que ao mesmo tempo era bem mansinha também!

Começou então a parte II dessa saga:

Como não havia gaiolas em casa eu a coloquei dentro de uma caixa de papelão para ao poucos, ela ir se acalmando e eu pensar no que fazer logo depois, só que quem ficou nervosa foi a minha mãe, que começou a discutir comigo dizendo que ela ia morrer alí dentro, que deveria estar com fome, com sede e já decidindo a vida da calopsita para os próximos 3 anos. Impressionante! Fiquei imaginando se eu tivesse trazido uma lhama pra casa e minha mãe brigando comigo porque que ela ia morrer dentro daquele caixote. Nesse curto espaço de tempo, meu pai a tirou da caixa e já tinha feito amizade com aquele simpático ser de penas... E... Segundos depois a calopsita já estava no ombro dele puxando a haste do seu óculos – "Olha Ju! Olha como ela é mansinha! Ela gosta de carinho na cabeça olha, olha".

E então começamos a parte III da saga:

Minha mãe interfonando pro prédio inteiro a procura do dono enquanto ao mesmo tempo, brigava comigo por eu ter enfiado um passarinho numa caixa de papelão (acho que ela estava esperando eu cuspir uma gaiola, só pode), o Ricardo rindo da situação, eu pensando em aonde arrumar uma gaiola, pra justamente não ser esfolada viva, (lembram? foi feriado – logo: tudo estava fechado e eu já tava analisando seriamente em como fazer pra cuspir uma mesmo) e meu pai abrindo um pacote de bolachas água e sal pra dar pro passarinho. Depois de toda essa bagunça: a preocupação louca da minha mãe, eu correndo risco de ser esganada por ela e o bom senso do meu pai e do Ricardo diante de uma situação tão simples como essa – tudo, felizmente, foi se resolvendo e aí?

Bom e aí veio a parte IV da saga – O Final Feliz;

Foi quando uma alma iluminada – A dona Lídia, vizinha do 14º andar sabendo de todo o acontecimento, emprestou uma gaiola que foi das suas duas calopsitas: ela havia comprado uma nova há uns 3 meses e então doou essa pra gente. Trouxe até um pouco de ração, porque à essa altura, a minha mãe também já estava achando que a bichinha fujona estava virada ao avesso de tanta fome! Fim da história. UFA!

O dono ainda não apareceu (e muito provavelmente nem vai aparecer, tomara), encontramos um canto pra Calopsita que hoje pesquisando na internet, descobri ser uma fêmea. Sendo assim, minha mãe já a batizou com o nome de Lalick (personagem do livro Stonehenge que ela terminou de ler dias atrás) e sem maiores traumas, um lar decente ao invés de uma caixa de papelão (lembre-se: era provisório) ou peles esfoladas, eis que até o presente momento a família agora, conta com mais um membro na casa! Só espero que na próxima ninguém perca uma lhama, um mamute ou algo proporcionalmente preocupante: "Juliana sua louca, como é que você vai deixar esse ALCE nessa caixa de papelão?" Minha mãe me mata. Certeza!



Escrito por Julis - [7/10/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

MÚSICA DO DIA: TAKE ME OUT - FRANZ FERDINAND

Clique no para ouvir.

Futuras Aquisições

Pela ordem, começando por livros, eis que temos os tão falados Crepúsculos:

"Crepúsculo poderia ser como qualquer outra história não fosse um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro. Assim, soma-se à paixão um perigo sobrenatural temperado com muito suspense, e o resultado é uma leitura de tirar o fôlego - um romance repleto das angústias e incertezas da juventude - o arrebatamento, a atração, a ansiedade que antecede cada palavra, cada gesto, e todos os medos. Isabella Swan chega à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks - último lugar onde gostaria de viver. Tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. Em seu destino está Edward Cullen. Legiões de leitores que ficaram em transe com o best-seller Crepúsculo estão ávidos pela seqüência da história de amor de Bella e Edward. Em Lua Nova, Stephenie Meyer nos dá outra combinação irresistível de romance e suspense com um toque sobrenatural. Apaixonante e cheia de reviravoltas surpreendentes, essa saga de amor e vampiros segue rumo à imortalidade literária."

No Submarino - EU QUEROOOO!


Eu assisti ao filme, mas não achei nada assim tãããão extraordinário, sendo assim ainda não tinha decidido se gostava ou não. Porém, há os LIVROS! E livros SEMPRE são melhores que o filme – FATO! E muitas pessoas me disseram pra eu ler, porque são histórias com vampiros que com certeza eu iria gostar e blábláblá, até que acabei, por fim, decidindo que o filme também é muito bom sim (apesar de ser meio "adolescente", coisa que livro me garantiram não ser), mas agora, quero MUITO ler os livros! Por isso, já os incluí na lista das minhas próximas leituras (ainda preciso terminar de ler "A Estrada da Noite" e depois ler "Coraline"), e pretendo ler os quatro livros ainda esse ano, entretanto, tudo vai depender de tempo, mas acima de tudo precisa sobrar uma $$$ para comprá-los... E aí sim, depois disso, se eu gostar realmente e se for tão bom quanto dizem, já posso ser mais uma da legião de fãs de Crepúsculo.

Uma amiga minha perguntou-me se eu já havia usado a minha galocha. Eu usei no domingo, quando fomos ao churrasco na casa do amigo Maurício. Estava um dia gostoso de sol, mas não estava muito calor. Coloquei com uma calça jeans skinny, uma regatinha branca, um casaquinho de malha preto por cima e um cachecol de cor mostarda que caiu muito bem com a cor creme da galocha (lembram? é essa aqui). Ficou muito legal e melhor ainda: a galocha é super confortável de usar! Passeando no site da Cosse, descobri por um acaso que me apaixonei por mais uma:


Mas uma coisa de cada vez né, gataaannnn?
Essa aquisição é pra depois, visto que eu saí do Estúdio e voltei pra ótica com meu pai, as coisas realmente acontecem na hora certa e voltar pra cá foi uma boa decisão: meu pai está precisando de mim por aqui, tudo está indo melhor do que o esperado e isso serve como uma grande motivação ($$$$) também. Sem contar que agora, felizmente, eu tenho os meus sábados de volta – dia tão sagrado do final de semana, que eu matava trabalhando até as sete da noite lá no Estúdio! Contudo, eu não posso reclamar; aprendi muita coisa lá e conheci muita gente querida, mas o Nando se enrolou com algumas contas e resolveu cortar alguns gastos, um deles foi eu (ahuahaua). Estou feliz de estar de volta, acho que aos poucos vou me simpatizar mais em ver tantos óculos na minha frente e me sentir mais em casa também!


Escrito por Julis - [7/08/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

MÚSICA DO DIA: LEMON - U2

Clique no para ouvir.

Jean Charles: Filme




Pensei em escrever um monte de coisas sobre esse filme, mais precisamente a minha opinião sobre tudo isso justamente porque, eu me recuso a pagar uma entrada no cinema por ele e menos ainda alugá-lo quando sair em DVD. Mas, vou tentar ser breve: Vocês se lembram quando uma garota de Londres veio aqui pro Brasil e foi esquartejada pelo namorado viciado em drogas? Lembram também quando aquela freira missionária que veio até aqui, para defender os povos da floresta e da Amazônia foi assassinada a sangue frio por pistoleiros do Pará? Vira e mexe também aparece na tevê alguma notícia de algum turista estrangeiro que esteve por aqui em férias e que morreu assassinado. Se não se lembram, procurem no Google. E aí, um brasileiro morre na Europa, vira herói (quem sabe agora, até santo) e nós fazemos um filme disso!

Curioso é que na época, eu não me lembro da televisão ter falado que Jean Charles estava como ilegal no país, nem muito menos me lembro de dizerem que ele conseguia passaportes ilegais e que por conta disso levou muita gente pra lá também, não falaram nada como se isso realmente fosse apenas um mero detalhe, afinal de contas!

Sempre penso que toda história, independente de qual seja, tem os seus dois lados - e essa é só mais uma delas. Jean Charles morreu de uma maneira absurda e estúpida (é claro!), mas ele também não foi e nem é o santo/herói que estão pintando desde a sua morte e agora mais ainda com esse filme. Não assisti e não vou assistir porque pra mim, isso parece mais um sensacionalismo barato do que uma produção de cinema. Não vou mudar a minha opinião do que acho a respeito dessa história toda e inclusive, da sua repercussão... Mesmo se assistisse (ainda mais interpretado por bons atores dos quais eu admiro) tampouco também me sensibilizaria com a história da sua vida, no entanto, lendo alguns blogs que escreveram sobre a produção em si, um deles, me chamou a atenção justamente por ser aquilo que eu já tinha certeza:

(...) "O roteiro tenta fazer com que o espectador se identifique com a vida de Jean Charles (Selton Mello) de modo forçado, repetitivo, apelativo, fácil, chato. O protagonista é apresentado como levando a vida no "jeitinho brasileiro", trabalhando duro e levando parentes e amigos para o exterior com passaportes ilegais com a desculpa de que não era crime, ele estava ajudando amigos a ter uma vida melhor. A verdade é que na vida de Jean Charles não há nada especial para se armar uma grande ficção, ou um filme "inspirado em uma história real" (sic). O espectador aguarda a morte de Jean, não pela morbidez com que ela é apresentada, mas em aguardo ao final do filme. E ele não acaba com o evento. O diretor ainda prolonga o filme na tentativa de sensibilizar o espectador mostrando dias depois da morte com a visita de representantes do governo do Reino Unido visitando a família Menezes e entregando um cheque de R$60.000,00 para cobrir os "gastos funerários", além de mostrar que a vida dos familiares que estavam com ele no exterior continuou do mesmo modo."

Créditos: Rafael na Net

Cada cabeça uma sentença. Ainda bem!


Escrito por Julis - [7/06/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

MÚSICA DO DIA: CALOR DA HORA - PAPAS DA LÍNGUA

Clique no para ouvir.

Para se ler durante o dia...

Terminei dias atrás de ler "A Sombra do Vento". Amei! É uma história eletrizante escrita em uma prosa, ora irônica, ora poética, ambientado em Barcelona na primeira metade do século XX, o romance de Zafón é uma obra envolvente e impossível de largar. Além de contar muito bem, esse lado mágico que é ler um livro, "A Sombra do Vento" é uma história inesquecível. Eu recomendo!

E hoje mesmo comecei a ler "A Estrada da Noite" de Joe Hill (filho por sinal, do grande gênio Stephen King, sendo assim, vocês já podem imaginar o conteúdo da história):



"Uma lenda do rock pesado, o cinqüentão Judas Coyne coleciona objetos macabros: um livro de receitas para canibais, uma confissão de uma bruxa de 300 anos atrás, um laço usado num enforcamento, uma fita com cenas reais de assassinato. Por isso, quando fica sabendo de um estranho leilão na internet, ele não pensa duas vezes antes de fazer uma oferta. "Vou vender o fantasma do meu padrasto pelo lance mais alto..." Por 1.000 dólares, o roqueiro se torna o feliz proprietário do paletó de um morto, supostamente assombrado pelo espírito do antigo dono. Sempre às voltas com seus próprios fantasmas - o pai violento, as mulheres que usou e descartou, os colegas de banda que traiu -, Jude não tem medo de encarar mais um. Mas tudo muda quando o paletó finalmente é entregue na sua casa, numa caixa preta em forma de coração. Desta vez, não se trata de uma curiosidade inofensiva nem de um fantasma imaginário. Sua presença é real e ameaçadora. O espírito parece estar em todos os lugares, à espreita, balançando na mão cadavérica uma lâmina reluzente - verdadeira sentença de morte. O roqueiro logo descobre que o fantasma não entrou na sua vida por acaso e só sairá dela depois de se vingar. O morto é Craddock McDermott, o padrasto de uma fã que cometeu suicídio depois de ser abandonada por Jude. Numa corrida desesperada para salvar sua vida, Jude faz as malas e cai na estrada com sua jovem namorada gótica. Durante a perseguição implacável do fantasma, o astro do rock é obrigado a enfrentar seu passado em busca de uma saída para o futuro. As verdadeiras motivações de vivos e mortos vão se revelando pouco a pouco em A estrada da noite - e nada é exatamente o que parece. Ancorando o sobrenatural na realidade psicológica de personagens complexos e verossímeis, Joe Hill consegue um feito raro: em seu romance de estréia, já é considerado um novo mestre do suspense e do terror."

Fonte: Submarino

Pelas primeiras páginas que li, senti de imediato que pelo menos para mim, não é um livro para se ler durante à noite. Embora eu seja apaixonada por histórias de terror e no quesito medo considere, por exemplo, Stephen King (justamente pela sua genialidade em conseguir com palavras te apavorar), um dos melhores escritores de todos os tempos, eu evito ler um livro como esse depois das 22 horas ehehehe!

E por quê?

Porque seja lá qual for o livro, quando estou lendo, eu me esqueço literalmente do mundo à minha volta, mergulho de cabeça na história, choro, dou risada, sinto medo... Tanto que, dependendo da história eu acabo sonhando com o que li depois (justamente talvez pelo hábito de ler antes de dormir) é sério! - principalmente se esses livros forem as horripilantes histórias de terror. Lembro-me quando eu estava lendo "A Hora do Vampiro" (por sinal de S.K. também): terror de primeira qualidade, cheio de becos escuros e vampiros sanguessugas... Era tarde da noite e eu estava TÃO absorvida na história que quando o Rick abriu a porta, entrou no quarto e chamou o meu nome, eu levei um susto tão grande que quase grudei no teto. Dois dias depois, não sendo o bastante, eu sonhei com a história também (o tal vampiro corria atrás de mim) e decidi que depois dessas experiências (nada boas) seria melhor ler um pouco durante o dia, continuar com as minhas atividades de rotina e à noite procurar um desenho animado na televisão. E eu sei, confessar uma coisa dessas, pode parecer um tanto quanto infantil da minha parte, mas talvez seja esse o motivo: o de te "prender" na história a ponto de te levar pra lugares tão diferentes daqueles que você já está, que faz com que um livro ou um filme seja tão inesquecível na sua essência.
Ok, e depois eu digo o que achei sobre esse, ihihihihi.


Escrito por Julis - [7/01/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

MÚSICA DO DIA: ONLY HAPPY WHEN IT RAINS - GARBAGE

Clique no para ouvir.

Galochas!

É fato que no inverno as pessoas se vestem melhor e isso conta da cabeça aos pés, é nessa época do ano que inclusive, podemos ousar um pouco mais; seja nos casacos, botas, cachecóis, boinas e agora as GALOCHAS! Engana-se quem acha que ainda hoje, as galochas são aquelas usadas apenas por equipes de limpeza, item de segurança no trabalho ou só para se usar em dias chuvosos. Não, não! Elas ganharam um design novo e moderno, ficaram coloridas e com desenhos lindos, ganharam formatos diferentes também e vem fazendo a cabeça de muitas mulheres!


Eu mesma - Juliana - a consumista online 24 horas, me rendi a elas e na semana passada navegando no site da Cosse, não resisti e comprei essa aqui que estava namorando há tempos, chegou no sábado e eu fiquei móóóóóitooo feliz da vida!

O ideal é usá-la com calça skinny ou legging. Ou então use a sua imaginação, desde que é claro! - você tenha o bom senso de combinar com as peças certas, mas dá pra usar com um monte de coisas, SIM! O que não fica legal é usá-las com muitas estampas na roupa, prefira usar cores mais básicas como preto, branco, cinza ou procure combinar com colorido da sua galocha!


Se você faz o estilo mais clássico escolha as galochas monocromáticas, tem milhões de cores, não só em preto e fica lindo também:



Onde comprar:

Cosse: Realiza entregas em todo o Brasil, foi aonde eu comprei a minha, dividem no cartão e várias estão em promoção!

Plueys: O site faz entregas no mundo todo e os preços vão de U$55 a U$60.

Diane Little Lambs: O site faz entregas no mundo inteiro também, e os preços vão de U$24,95 a U$99,95.


Escrito por Julis - [6/29/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 2 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Domingo, 28 de Junho de 2009

MÚSICA DO DIA: THIS TIME - INXS

Clique no para ouvir.

Separados no Nascimento

Em uma fazenda no Reino de Tão, Tão distante eis que encontramos a semelhança entre duas entidades que por serem tão parecidas fisicamente, são igualmente estranhas também:


Fábio Arruda (A Fazenda) & Lord Farquaad (Shrek)

É ou não é?
É!!!


Escrito por Julis - [6/28/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

MÚSICA DO DIA: TRILLER - MICHAEL JACKSON

Clique no para ouvir.

MOONWALKER...


Photobucket


Michael Jackson Morre aos 50 Anos

Nunca fui fã fervorosa de Michael Jackson.
Mas, de todos os escândalos que envolveram o seu nome; desde a pedofilia até a mudança de cor da sua pele, eu NUNCA deixei de admirar as suas musicas e de admirar o Michael. Quem não se lembra de Billy Jean, Moonwalker, Beat It, Triller dentre milhares de tantas músicas que o mundo inteiro conhece? Michael marcou uma geração, arrastou fãs, vendeu milhões e criou a tão falada "Neverland". O mundo sabe quem é Michael Jackson. Desde criança eu sabia dançar "triller" (aprendi antes mesmo de aprender Vogue da Madonna) e se arriscasse hoje, talvez ainda soubesse todos os passos! Michael Jackson revolucionou o mundo do Pop e se Madonna é a rainha deste segmento, com certeza Michael É, e sempre será o Rei.

Fico feliz por ser alguém da geração mais marcante de todos os tempos, a geração de polainas, de new wave no cabelo que conheceu este grande ídolo mundial, que conheceu aquele que, soube mais do ninguém, criar passos de danças exclusivamente seu e mesmo quem não fosse tão fã assim, gostava de suas músicas e ainda mesmo assim, depois de tanto falarem dos seus escândalos, só quem conheceu (mesmo que seja por uma capa de disco ou pela tevê) sabe quem é, e sempre será Michael Jackson! E como tantos grandes nomes da música vai deixar muitas, mas muitas saudades...




Escrito por Julis - [6/25/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..


Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

MÚSICA DO DIA: GLYCERINE - BUSH

Clique no para ouvir.

Teoria Freddy Krueger

Tenho passado por dias chatos ultimamente! Não com as pessoas que eu amo à minha volta, mas sim com muitos pensamentos meus que passam pela minha cabeça sobre algumas situações inevitáveis de pessoas irrefutáveis! Muitas vezes acredito muito mais que meu cachorro, por um milagre, possa de uma hora para outra começar a falar do que certas pessoas serem pelo menos um pouco melhores! Conversei muito com o Rick – meu amigo, irmão-de-alma por esses dias e uma das coisas que ele me disse, eu tive que concordar: "Juliana, você tem medo que alguém faça alguma coisa e coloque o seu mundo fora do lugar". E QUEM NÃO TEM ESSE MEDO? E, é exatamente nesse ponto que eu sou do tipo de pessoa que sofre por antecipação, mesmo eu tendo a certeza de que isso não vá acontecer! Eu sempre tive comigo o princípio do caráter de não incomodar a vida de ninguém, portanto, eu não admito que se metam na minha vida, e quando isso acontece, eu fico muito, mas muito brava.

Talvez porque eu já tenha a certeza absoluta de certos tormentos que ainda estão por vir e de registros de outros que já passei. Talvez porque essa coisa "voyeur" das pessoas em assistir a vida de outra – mesmo eu achando isso um grande absurdo, sempre existiu e vai continuar existindo não importando da maneira que eu ache ou deixe de achar! Mas mesmo assim eu preciso muito aprender a lidar com isso! Afinal de contas, QUEM eu mais preciso sempre está ao meu lado e sou lembrada disso TODOS os dias! Então, foi aí que esse meu grande amigo me contou sobre a Teoria Freddy Krueger e que por sinal já deu muito certo em uma situação parecida que aconteceu com ele hà pouco tempo, pois como ele mesmo disse: "serve como um manual de sobrevivência na selva para lidar com esse tipo de pessoa!"

(* Um adendo: E não pensem vocês que esse desabafo é por conta de uma briga de ciúmes, mal amadas atormentando a vida, dramalhões mexicanos e blá blá blá. Não é nada relacionado à isso! Se fosse - ráááahauhauah! - eu já teria resolvido bem mais rápido e resolvido muito bem, obrigado! Nesse ponto, eu confio no meu taco e confio em quem tenho em casa :P)

Quem nunca passou por uma situação como essa? Pessoas que são um desperdício de espaço no planeta e que faz a sua paciência passar dos limites, enchem o saco e depois tudo o que você quer, é apenas sumir do mapa ou quem sabe melhor ainda; se inventassem uma fórmula mágica do esquecimento, seria a solução definitiva para algumas pessoas apagarem da mente (literalmente) a sua existência e assim cada um viver com a sua respectiva vida! Mas, enquanto esse milagre da ciência não acontece, eu apresento a Teoria do Freddy Krueger à vocês:

Para os mais jovens que não se lembram, Freddy Krueger é um personagem de uma série de filmes de terror dos anos 80 que atacava as pessoas em seus "Sonhos", e quando trazido para a realidade, suas forças eram "anuladas" e ele deixava automaticamente de existir, perdendo-se em sua inexistência. Outra maneira e talvez a mais eficaz é a bravura, uma vez que é o receio de lhe dá força. Ao confrontar Krueger e indicar que você não está mais com medo dele, ele pode ser simplesmente banido. Esse, inclusive, é o modo como Krueger foi derrotado no primeiro filme.

Utilizando da mesma teoria do filme, é fato! - que certas pessoas funcionam da mesma maneira! E foi dessa forma que meu amigo me ensinou: nunca mostre medo, não se sinta intimidada diante de pessoas que simplesmente não acrescentam nada de bom na sua vida, respire fundo e faça dessa situação como algo INDIFERENTE (é aí... nesse ponto, que preciso aprender a ser, ao invés de esparramar tudo), sem dar importância alguma, porque afinal de contas, QUEM tem o controle da situação é VOCÊ (eu, eu eu ahauahau)! Pode parecer até bobo, aliás, isso parece mais um capítulo de O Segredo (embora eu o-d-e-i-e esse livro) exemplificado de uma maneira sombria, mas de todas as situações que passei na minha vida com outras pessoas, de outras histórias, enfim.... Eu nunca tive tanto incomodo e tanto "sofrer por antecipação" como eu tenho com essa! Sempre tirei tudo de letra, e mesmo eu sendo de personalidade que não manda recados e joga mesmo tudo na cara, depois das tormentas tudo passava e eu fazia questão de esquecer, de ser indiferente! Mas acho que com essa situação, especificamente, eu precise urgente dosar um pouco mais dessa minha indiferença e anular certas coisas/pessoas da minha vida de uma vez por todas (sou boa nisso quando resolvo mesmo por em prática) e quem sabe me esqueçam também.

E depois de toda essa conversa eu me senti muito melhor! No fundo a gente sabe que é assim que se deve agir, mas às vezes precisamos ouvir de alguém... Talvez até mais de uma vez! As pessoas ruins sempre estarão alí (e eu agora indiferente à elas), mas são pessoas como meu marido - sempre presente ao meu lado, meus pais, meus amigos como o Rick, a Kekelis, que faz a gente ver que ganhamos o BEM em dobro, não é a toa que eu digo sempre que sangue (no sentido de família) é algo totalmente relativo!
E viva a Teoria de Freddy!


Escrito por Julis - [6/24/2009]
Receba os posts do Blog em seu Email!
comentários, sugestões, ajuda espiritual:
ou 0 $

... ... ......... ...... .. .. ... ... ... ..



Miss American Pie - Copyright © 2008